Professora relata a perseguição que sofreu da esquerda: “Já fui demitida de três empregos por defender o que defendo”

Por Ana Caroline Campagnolo*

Já fui demitida de três empregos por defender o que defendo aqui. Tive que responder uma Denúncia no Estado por ter divulgado o livro do Coronel Brilhante Ustra. Só neste ano, foram quatro as respostas formais que tive que apresentar na Ouvidoria Geral do Estado, por perseguição e retaliação de colegas marxistas contra mim. Tive que responder um Processo Disciplinar por ter defendido a liberdade de expressão da religião cristã em um campus universitário.

Tive que entrar com recurso de revisão de nota várias vezes durante minha vida acadêmica, por não me dobrar a hegemonia esquerdista. Nunca cobrei para ajudar ninguém ou para ministrar nas poucas palestras para as quais fui convidada. Quando passei por apertos financeiro, não reclamei nem pedi ajuda de nenhum seguidor. Não obtive vantagens. Sempre tive inúmeros incômodos consequentes do que publico nesta rede. Há uma corja que tenta me prejudicar não apenas profissionalmente, mas também pessoalmente, sem descanso. Já abandonei cursos de graduação, já perdi muitas oportunidades e já rejeitei vantagens por não me dobrar aos canalhas.

Mesmo assim, constantemente tenho que ouvir de jovenzinhas empostadas que sou “caçadora de likes” ou “dominada pela vaidade”, que minhas intenções são as mais abjetas: desde seduzir pobres e indefesos homens casados até propagar um feminismo sub-reptício. Uma manada de carolas desocupadas, escondidas atrás de um fake, ignorando a covardia de defender ideais sob a proteção do anonimato e ignorando de que se trata uma rede social como o facebook (publicar textos e fotos de interesse pessoal), acha que eu vivo procurando meios de angariar likes e seguidores. Mesmo que assim fosse, todos sabem que, quando se crê que o que se defende merece ser ouvido, é absolutamente natural que se deseje propagar o discurso. Eu duvido muito que essa gente esteja disposta a 10% do que eu estive desde a minha primeira demissão, anos atrás. Duvido que, como eu, passem todo seu tempo livre buscando aprender mais e divulgar o que de bom se descobre. Fazem da suposta busca pela santidade um véu de soberba digno dos fariseus, incapazes de creditar boas intenções ao que os outros fazem, medindo todos pela sua própria régua de fingimento. Não acho que essas cobras-mal-matadas mereçam satisfações, mas as devo para quem confia na boa qualidade dos livros e autores que eu divulgo aqui. “Eu sei quem sou”, suas vagabundas infelizes

* É professora de HIstória. 

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