Arquivo do mês: setembro 2013

Aluno se nega a fazer trabalho sobre Marx e escreve uma carta-manifesto ao professor

 João Victor Gasparino da Silva*

Como o senhor deve saber, eu repudio o filósofo Karl Marx e tudo o que ele representa e representou na história da humanidade, sendo um profundo exercício de resistência estomacal falar ou ouvir sobre ele por mais de meia hora. Aproveito através deste trabalho, não para seguir as questões que o senhor estipulou para a turma, mas para expor de forma livre minha crítica ao marxismo, e suas ramificações e influências mundo afora. Continuar lendo

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Sadomasoquismo em praça pública, ou cenas de um bordel universitário

Antonio Pinho

Cena de sadomasoquismo em praça pública foi promovida por estudantes de artes cênicas na mesma semana em que ocorria um evento feminista no campus da UFSC chamado Fazendo Gênero Continuar lendo

O construtivismo e a incompetência escolar

 Alessandro Barreta Garcia
 
Segundo Sebra e Dias (2011), o construtivismo endossa uma educação pela incompetência. Para estas autoras este movimento educacional é um dos principais responsáveis pelos baixos níveis educacionais nos testes internacionais. Destacam ainda que o movimento construtivista é rejeitado pelos principais países no mundo. Continuar lendo

O erro do conservadorismo otimista

Cristian Derosa

A Rússia tem sido um ponto de divergência entre conservadores diante da aparentemente imprevisível mudança de discurso feita pelo Império Russo. Isso porque o governo de Putin tem manifestado uma defesa das tradições ao implementar reações do governo contra as agendas gayzista e abortista, coisa que castiga o Ocidente há já quase um século. A tendência de muitos conservadores católicos e evangélicos tem sido a de aderir e apoiar o governo russo em sua suposta santa cruzada, apesar de toda a informação disponível sobre o caráter nefasto do Império Russo. Por que então eles continuam a louvar a Rússia? Continuar lendo

O triste fim (provisório) do Centro de Difusão do Comunismo, e outras reflexões

Antonio Pinho
 
Enquanto na Romênia há um centro para o estudo dos crimes do comunismo, no Brasil havia o oposto, um centro não para denunciar o crime, mas para propagá-lo, e o pior, com verba pública. Continuar lendo