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Professora relata a perseguição que sofreu da esquerda: “Já fui demitida de três empregos por defender o que defendo”

Por Ana Caroline Campagnolo*

Já fui demitida de três empregos por defender o que defendo aqui. Tive que responder uma Denúncia no Estado por ter divulgado o livro do Coronel Brilhante Ustra. Só neste ano, foram quatro as respostas formais que tive que apresentar na Ouvidoria Geral do Estado, por perseguição e retaliação de colegas marxistas contra mim. Tive que responder um Processo Disciplinar por ter defendido a liberdade de expressão da religião cristã em um campus universitário. Continuar lendo

Conversa sobre doutrinação na universidade

Conversa sobre doutrinação na universidade com Prof. Marcelo Carvalho, Antonio Pinho e João Victor gasparino.

Ideologia de gênero e o neo-paganismo (II): o atentado contra a infância

glbt

A questão da educação sexual nas escolas públicas tem se tornado um campo para a militância do movimento LGBT como vemos nas inúmeras cartilhas distribuídas nas escolas

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Fazendeiros propõem greve no campo

Antonio Pinho

Andaterra, uma associação nacional de produtores rurais, promove a Semana da Dependência, uma espécie de greve no campo para chamar a atenção das autoridades e da opinião pública às ameaças contra a propriedade privada

semana da dapendência
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O velho Marx

Alessandro Barreta Garcia

O que podemos dizer a respeito do velho Karl Marx? Um aprendiz de acadêmico? Um pseudocientista? Um imaginável jornalista? Talvez nada disso. O velho Marx era na realidade um persistente anti-semita, um antiburguês, burguês. O velho Marx era com toda certeza um pensador diabólico, e certamente não poupou esforços para destruir a sociedade. A classe proletária para Marx deveria destruir todas as outras, e deveria por fim a história. Pela sua lógica deveria por fim a ele mesmo. Continuar lendo

Ideologia de gênero e o neo-paganismo (1ª parte)

Marcelo Carvalho*

Nos aspectos morais continuamos a viver o neo-paganismo, contudo, diferente dos romanos (pré-cristãos) não havia naquela época uma moral cristã evidenciando uma alternativa a isso.

O caráter globalista da ideologia de gênero une segmentos tão díspares e antagônicos quanto se possa imaginar. Isso se percebe na adesão de amplos setores da esquerda à ideologia de gênero bem como na pressão exercida diretamente por vários governos, fundações (Ford, Rockfeller etc.) e ONGs em instâncias como a ONU, etc.. Recentemente, foi noticiado no dia do orgulho gay que várias representações diplomáticas dos EUA exibiam a bandeira do arco-íris, símbolo do movimento LGBT. Essa propaganda ostensiva do governo americano inaugura uma nova fase da ação do movimento. Também contribui para isso a forma tendenciosa com que a mídia interpreta as palavras do papa Francisco sobre a questão do homossexualismo. Continuar lendo

A direita e seus mitos sobre 1964

Rodrigo Sias*

Nos dois últimos artigos, centrei a análise do período militar sobre a ótica da esquerda e sua mitologia em torno do Regime de 64. Mas, como podemos ver com a reedição da “Marcha pela Família” há alguns dias, a direita também mantém seus mitos. Vamos aos três mitos principais.

Em primeiro lugar, se a esquerda pregava a revolução, a direita também não era tão democrática assim. Tentou impedir a posse de Getúlio, de JK e de Jango, e ensaiou um golpe em 1954. Havia uma enorme dificuldade em lidar com a democracia de massas e o populismo no contexto da polarização da Guerra Fria. Continuar lendo