UFSC oferece estágio para estudantes atuarem no MST

Antonio Pinho
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está oferecendo vagas de estágio na área de saúde para que estudantes atuem em invasões e assentamentos do MST, em Santa Catarina. O estágio é oferecido pelo Núcleo de Extensão de Educação em Saúde e por um grupo chamado Brigada Estudantil de Saúde, nome que faz clara referência às Brigadas Vermelhas, grupo terrorista da extrema esquerda italiana, nascido no final dos anos 60 do século passado.         MST estágio UFSC
A UFSC tem um longo histórico de colaboração com o que há de mais radical na esquerda. Nos anos 90 premiou Fidel Castro com um título de Doutor Honoris Causa. O ditador cubano chegou até a escrever uma carta de agradecimento à universidade. Agradeceu à distância aos patéticos bajuladores de uma universidade que nunca conheceu e, provavelmente, nunca conhecerá. Anualmente ocorrem as Jornadas Bolivarianas e a Semana Paulo Freire no campus de Florianópolis. Em 2014, por exemplo, ao mesmo tempo em que dezenas de estudantes venezuelanos eram mortos nas ruas por apenas exercer seu direito de protestar, na UFSC a esquerda mais radical defendia o modelo totalitário do governo de Maduro, na décima edição das Jornadas Bolivarianas.

A extrema esquerda da UFSC também apoia as invasões de terras do MST, em Santa Catarina. A invasão de terra ocorrida no final de 2013, em Florianópolis, chamada de Ocupação Amarildo, contou com estreitacolaboração de vários professores e alunos de diversos cursos da universidade, incluindo membros do bolivariano IELA, instituto da UFSC que sempre apoia iniciativas da esquerda radical não só da UFSC, mas da grande Florianópolis como um todo.

Cabe, obviamente, questionar: qual o proposito de recrutar estagiários entre os estudantes da universidade e enviá-los a invasões do MST? A Brigada Estudantil coloca a coisa não como um simples estágio, mas sim um “estágio de vivência interdisciplinar” no MST. Não se trata de um estágio em que o aluno apenas prestará serviços de saúde, atuando como uma espécie de enfermeiro. O próprio nome sugere que o propósito é que o estagiário vivencie a realidade do MST. A intenção dos que promovem isso só pode ser uma: não é para formar médicos e enfermeiros, mas militantes políticos radicais, para os quais o direito à propriedade privada será letra morta. Assim vão se transformando universitários em militantes em processo de formação, e no futuro médicos e enfermeiros transmutam-se em agentes da revolução.

Os assentamentos e invasões do MST servem como pequenas Cubas para o recrutamento e formação de militantes socialistas. Estamos diante de mais uma das tantas formas pelas quais o mal vai se propagando pela sociedade. O uso do adjetivo “popular” (educação popular, saúde popular) é apenas um rótulo, uma máscara a ocultar valores e ideologias que resultam na tirania cruel do totalitarismo. A universidade não é algo mal em si, mas converte-se numa máquina multiplicadora do mal quando, infiltrada por agentes subversivos, se presta a dar apoio a grupos com um modus operandi claramente terrorista, como o MST.

FONTE: Mídia Capital 

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