Arquivo da categoria: Cultura

Os delírios de Lola: por que o feminismo é coisa de baranga desocupada

Antonio Pinho

lola e boo

Demorei para escrever uma resposta, mas enfim aqui está ela. Final do ano passado Lola escreveu um artigo comentando os fatos recentemente ocorridos na UFSC, bem como e em outras universidades em que têm surgido certos “ventos de conservadorismo”. Seu texto tem como título “o que acontece quando a direita ganha poder no meio estudantil”, e cita a UFSC Conservadora, colocando até um print de uma postagem minha no grupo da UFSC do facebook.  Para falar a verdade, eu não sabia quem era essa tal Lola, até vir a luz esse tal artigo. Pelo visto ela me conhecia virtualmente bem antes de eu ter tido a infelicidade de ler seu texto. Ossos do ofício: como fui citado, tive que ler, e agora escrevo minha resposta. O caso é exemplar e merece ser registrado. Continuar lendo

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O “homem médio” conservador

 Noeli Maria Sangiovo 

Dentre os “homens médios” (de mente revolucionária), os que mais me intrigam são os ditos ‘conservadores’. A massa, antes de tudo, é um “fato psicológico.”

Em seu célebre livro Rebelião das Massas, Ortega y Gasset descreve o homem massa (homem médio), destacando que ele sente-se no direito de diminuir a minoria economicamente e intelectualmente destacada à sua mediocridade. Continuar lendo

A escola de Frankfurt. Ou: cuidado, o comunismo bate em sua porta

Alessandro Barreta Garcia

O marxismo cultural nasce com a escola de Frankfurt, pela qual funcionou como um Instituto de Pesquisa Social (REALE e ANTISERI, 2005b).  Para Carvalho (2002), sua fundação teve ajuda direta de Felix Weil e seu primeiro colaborador e diretor foi Karl Grunberg.  Carvalho (2002) aponta que Félix: “… achava muito lógico usar o dinheiro que seu pai acumulara no comércio de cereais como um instrumento para destruir, junto com sua própria fortuna doméstica, a de todos os demais burgueses”. Carvalho (2002) quer dizer que grande parte dos chamados revolucionários são burgueses brincando com o dinheiro do papai. Continuar lendo

O monstro Frankenstein anda em torno de nós, e não o notamos

Leo Daniele

O Pe. Anthony Brankin, desenhista, pintor, escultor, orador e atualmente pároco da igreja de Santo Odilon, em Berwyn, Illinois (USA), concedeu entrevista à revista Catolicismo [1] sobre o culto à feiura no mundo moderno. Ele assevera: Não pretendo mencionar cada caso possível de feiura na nossa sociedade atual. Isso seria fatigante, quando não simplesmente desalentador. Vivemos de fato imersos numa cultura incrivelmente feia; não podemos escapar disso. Meu propósito é manter as pessoas atentas quanto ao real perigo de não perceberem a feiura, nem de se darem conta da verdadeira destruição que ela opera em suas almas. Continuar lendo

Idade das trevas? Só na sua cabeça. Ou: porque a Idade Média fundou a ideia da família tradicional

Alessandro Barreta Garcia

Nota-se em Cambi (1999) que o sentimento no início da Idade Média era solidário, igualitário e de amor. Nesse período passa-se a existir uma reinvenção da família, não mais baseada no autoritarismo do direito romano, e sim, no amor entre seus componentes: pai, mãe e filhos. Esses novos valores, pelos quais são antagônicos aos valores da Antiguidade, na Idade Média fazem parte de uma nova atmosfera. Nesse sentido, e sem dúvida, a igreja é que mais contribuiu para este novo ambiente. Continuar lendo

A perversão de Michel Foucault

Por Roger Kimball

Foucault, que morreu de AIDS em junho de 1984 aos 57 anos, tem sido o queridinho há longo tempo do superchique acadêmico da desconstrução Jacques Derrida, outro importante ativista francês. Aqui o desconstrutivismo especializou-se em demonstrar que a linguagem refere-se somente a ela mesma (“Nada existe fora do texto”, segundo a famosa frase de Derrida); já o foco de Foucault foi o poder. Continuar lendo

Como funciona o Marxismo Cultural nas universidades

Do Blog Marxismo Cultural
Eu sou actualmente um estudante do segundo ano a frequentar uma universidade esquerdista americana. O “Politicamente Correcto” circula de forma descontrolada na faculdade – como eu sei que circula de igual modo em muitas outras universidades do mundo ocidental. Como todos nós sabemos, o batalhão PC (Politicamente Correcto) Esquerdista abomina discussões abertas e é precisamente por isso que eu escrevo este texto. Ao documentar o Modus Operandi das instituições actuais controladas pelos marxistas culturais, espero honestamente ser capaz de influenciar outros estudantes com a mesma visão que a minha – demasiado intimidados para falar abertamente – e conduzi-los na direcção certa. Continuar lendo