O Bullying da UFSC 2 – A mentira como pretexto

Augusto Pola Júnior

No artigo anterior comentei sobre a clara demonstração de intolerância presentes no bullying que a UFSC está promovendo contra um grupo de conservadores.

Quando uma situação é injustificável, como é o caso da perseguição exercida pela UFSC, o fenômeno mais interessante é observar a “justificação”. Desse processo, podemos colher alguns benefícios: evidenciar que o esquerdismo é irracional (mesmo se tratando de um setor administrativo de uma universidade, que em tese deveria ser fonte de conhecimento, não de picaretagem), fraudulento e autoritário.

Surgiu o print com a fonte da denúncia (foto abaixo). Analisemos (denunciante esquerdista em vermelho-itálico, eu em cor normal).

Primeiramente, quero permanecer anônima.

No artigo anterior, alertei que a esquerda é mestre na arte da intimidação. A ironia é que eles intimidam porque são covardes. É como diz o Lobão: “frouxos unidos, jamais serão vencidos”, que traduz bem a “macheza” esquerdista só funciona se estão em bando.

Boa tarde, gostaria de relatar um acontecimento que tem gerado bastante repercussões nas mídias sociais.

Recentemente surgiu uma página no facebook e um blog que se chamam “UFSC CONSERVADORA” [Apresenta o link do site e blog]

Não esqueçamos que tal como existe a UFSC Conservadora, existem, por exemplo, a UFSC LGBT, UFSC à esquerda, Juventude Socialista da UFSC, e demais representações esquerdistas. Prossigamos.

São páginas que expressam a opinião de algumas pessoas sobre determinados temas polêmicos, na qual os textos geralmente vem carregados de ódio e preconceito.

Quando um esquerdista está discutindo, ele tende, necessariamente, a demonizar seu adversário fazendo uso de termos fortes.

Uma das exceções para a liberdade de expressão é quando há incitação de crime. Se fosse verdade que “os textos são carregados de ódio”, cadê a prova? Este é uma denúncia grave. Agora o anonimato até faz sentido. Falsa denúncia grave pode acarretar em processo judicial.

Segundo o texto, haveria muitas evidências, mas, curiosamente, na denúncia não foi apresentado nenhuma. E olha que para resolver esse “problema”, bastaria fazer citações dos supostos trechos odiosos. É que, na verdade, por mais que os esquerdistas vociferem, não há pregação de ódio em um genuíno texto conservador.

E aqui precisamos elucidar um importante vocabulário esquerdista para fins de demonização do oponente: quando a opinião não é de seu agrado, diga que ela está carregada de ódio. Geralmente é uma opinião legítima alicerçada no direito de livre expressão, mas eles não estão nem aí.

Outro termo pejorativo é o tal do “preconceito”. Fiz um artigo sobre esse chavão. Vindo de um esquerdista, preconceito está atrelado a mero xingamento, longe do significado real do termo.

Se existe uma opinião fundamentada a respeito de um assunto polêmico, ela não pode ser taxada de preconceituosa, uma vez que a opinião está sustentada por uma análise (pós-conceito). Pode-se até questionar se a análise está certa ou errada, mas alegar ser preconceituosa é um nonsense. Sinal claro de que a denunciante não sabe o significado de preconceito e usa de forma errônea.

A ironia é que o esquerdista é um exemplo prático de preconceito quando acusa um conservador de ser preconceituoso por causa de opinião contrária ao “politicamente correto”. Não apenas isso. Muito de sua ação está objetivada em criar preconceitos negativos em torno dos conservadores.

Em suma, se o esquerdista não gostar de sua opinião, ele dirá que você é odioso e preconceituoso.

Tiro como exemplo o mais recente texto, de um rapaz mestrando de nossa universidade, que desmerece todos os movimentos de inclusão contra o preconceito, como bases supostamente, teóricas [Link para o artigo “Carta aberta contra o socialismo na UFSC”]

É como comentei anteriormente. Nenhuma prova, apenas um “discordo com o que está escrito”. Não concorda, então imputa que o conservador é um preconceituoso, malvado e que faz uso de bases supostamente teóricas. Omitindo o mais importante: por que as bases pareceriam teóricas, mas não são? A omissão parece revelar o contrário do alegado: a verdade é que as bases são teóricas, mas como ela não consegue refutá-las, parte para a demonização. É a tática de querer matar o mensageiro.

Não desejo adentrar ao mérito da questão, se estão certos ou não

Famosa tática de dar o tapa e esconder a mão. Sim, esquerdistas conseguem ser infantis a esse ponto.

Primeiro demonizou a opinião do conservador sem qualquer embasamento. Só usou de falsa-acusação (ódio) e distorção de vocabulário (preconceito). Agora aparece em clara contradição dizendo que não quer entrar no mérito se está certo ou errado?

É mais ou menos assim: “não quero entrar no mérito se está certo ou errado. Só sei que não gostei, então quero que apaguem”. Detalhe: com um toddynho em mãos. Se não fosse o contexto de universidade, chutaria que a denunciante teria uns 12 anos de idade.

a meu ver, seria o uso do nome da universidade vinculado a opiniões não oficiais.

Não gostaria, como aluna desta instituição, que de algma forma, esse assunto gerasse uma repercussão maior e o nome da nossa universidade estivese vinculado ao tipo de preconceito que estes textos espalham.

Vejamos…

  • Não é ilegal um grupo de aluno da universidade se identificarem com o nome da universidade.
  • O que é proibido é usar, sem autorização, o logo da universidade. Isso nunca foi feito.
  • No Blog, está bem claro que ele não representa a opinião oficial da universidade.
  • A desonestidade da esquerdista é visível. Ela sabe que uma opinião só pode ser vinculada a universidade se a mesma se pronunciar oficialmente. E mesmo se universidade opinasse oficialmente sobre temas polêmicos, isso não daria a ela o direito de censurar opiniões contrárias, pois iria contra o princípio da liberdade de expressão. Enfim, a esquerdista não só se faz de sonsa, como também aclama pela censura.

Nenhum dos outros movimentos e coletivos que existem na universidade levam o nome da instituição, até porque, quero crer que sabem que não representam toda a comunidade acadêmica.

A repetição da fraude. Matar o bom senso e alegar que a opinião de um grupo pode indicar que representa a opinião de toda a universidade. Como falei, nem se a UFSC se pronunciasse oficialmente a favor, por exemplo, da liberação das drogas, significaria que todos os que possuem vínculo com a universidade concordam com isso. O máximo, neste hipotético, mas não impossível, caso, seria concluir que parte influente da universidade compartilharia de tal opinião.

Não obstante tal fraude, a esquerdista consegue descer ainda mais: mentir na cara de pau. Além da UFSC Conservadora, podemos citar a UFSC LGBT, UFSC à Esquerda, União da Juventude Socialista da UFSC, União da Juventude Comunista da UFSC que não receberam nenhuma notificação similar.

Ou seja, além de apelar para uma preocupação histérica, a esquerdista mente na “caruda” contra uma realidade comum das universidades: os alunos têm o hábito de se organizarem em grupos e se identificarem usando o nome da universidade. E a reitoria, como revela o carimbo, assina embaixo dessa sequência de absurdidades.

Estamos diante de um claro exemplo de perseguição ideológica de uma instituição que, em tese, deveria ser neutra e admitir a pluralidade de idéias. O pretexto para tentativa de censura e intimidação é, como vimos, fraco, e não impediu da universidade enviar uma notificação de processo. Imagina quando o sonho de poder esquerdista se realizar… Será similar ou pior a tão idolatrada Cuba deles, sequer vai precisar de pretexto. É conservador? Paredão!

 

Fonte: http://logaugusto.blogspot.com.br/2013/11/o-bullying-da-ufsc-2-mentira-como.html

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